terça-feira, 26 de maio de 2009

Tratamento Estatístico

Opinião do 5º A sobre o tipo de alimentação da escola

Tabela de frequências
Gráfico de barras
Pictograma

Opinião dos alunos do 5º A sobre a alimentação na escola

Tabela de frequências
Gráfico de barras
Pictogramas
Número de refeições diárias dos alunos do 5º A

Tabela de frequências
Gráfico de barrasPictograma
Daniel Pereira

A Água

Andreia Silva

O Ciclo da água

João Neto

O Ciclo da água

João Marreiros

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Os perigos da Internet

Antes de vir para esta escola, achava que a Internet apenas nos fornecia coisas boas.
Mas, quando avançámos com “O Projecto Dadus” as coisas tornaram-se diferentes, comecei a perceber que não era bem assim.
Aprendi que ao preencher formulários para bens e serviços na Internet, devemos apenas colocar os dados necessários para o fornecimento desses mesmos bens e serviços.
Também aprendemos que quando criamos uma conta na net, mesmo que depois a eliminemos, os nossos dados pessoais continuam lá para sempre.
Assim, a Internet tornou-se também um perigo para todos nós.
Para que nada de mal nos possa acontecer, não devemos:
-falar com estranhos;
-marcar encontros em locais fora de multidões,
-não fornecer a essas mesmas pessoas os nossos dados pessoais.
Como podem ver o “Projecto Dadus” ajudou-me a ter atenção a essas coisas todas e como vêem a Internet não é tão boa como parece.


Bárbara Marques

quarta-feira, 22 de abril de 2009

A Menina Gotinha de Água


Havia uma gotinha de água
Que vivia no mar das gotas lindas
Que estava vestida de dourado
Com as irmãs vestidas de prateado.
Um dia as suas irmãs foram-se embora
Deixando a menina gotinha de água
com muita tristeza
Porque ela também queria ir
Para o mundo de beleza.
Como ela queria ir
tanto para lá
Ela foi sem a mãe saber
Encontrou o mundo de beleza
Que era o mar, só podia ser.
Depois de lá chegar,
de repente subiu
Subiu, subiu, subiu
Até que se evaporou para as nuvens
mas depois caiu.
Quando estava a cair,
Encontrou outra gotinha.
Ficaram amigas
E formaram uma chuvinha.
Mas, enquanto estavam a cair
Um menino também as apanhou
Brincou com elas
E sem querer as largou.
Mas, quando o menino as largou
Uma foi para Sul e outra para Norte
Nunca mais se viramAté a morte.
O cair chama-se precipitação
Mas nós chamamos a isso chuva
E quando ela chegou a casa
Comeu uma uva.
Ela disse à mãe o que lhe aconteceu
Disse que encontrou outra gotinha
E depois a perdeu.
Também disse
que elas formaram uma chuvinha
Mas, quando ela disse isso
A outra gota
apareceu de novo na sua casinha.
Shalana West

As nossas nacionalidades

A nossa turma é constituída por várias nacionalidades.



Portugal - 16 alunos




Brasil - 5 alunos




Roménia - 2 alunas




Rússia - 1 aluno




Reino - Unido - 1 aluna




Holanda - 1 aluna




Ucrânia - 1 aluna




Moldávia - 1 aluna




Guiné- Bissau - 1 aluno

O berlinde

O João era um rapaz que pensava que conseguia fazer tudo melhor que os outros, como por exemplo jogar ao berlinde.
Ele dizia a toda a gente:
- Tu não sabes jogar ao berlinde. Eu jogo melhor do que tu e do que todas as outras pessoas do mundo.
-Tu é que não sabes jogar. Queres apostar que se eu jogasse contigo te ganhava facilmente. - disse o Pedro.
O João aceitou o desafio.
De tarde, eles foram os dois jogar ao berlinde.
O João estava quase a ganhar, quando de repente, começaram os outros meninos a gritar:
- Pedro! Pedro! Pedro!
O João distraiu-se e... perdeu.
- Pois é, perdeste, eu disse que ias perder e acertei.
- Desta vez, conseguiste-me vencer mas a próxima vez vais perder.
- Pois, pois, como se fosse.

Shalana West

terça-feira, 21 de abril de 2009

O golfinho amarelo

Era uma vez, um golfinho diferente dos outros. Era amarelo.
Todos os outros golfinhos riam-se dele.
Um dia, ele estava num cantinho e apareceu lá uma menina que lhe perguntou:
- O que é que se passa contigo? Estás triste.
- Eu estou triste porque aqueles golfinhos são todos azuis e eu sou amarelo.
- Não faz mal, sabes porquê?
- Não, diz-me lá.
- É porque toda a gente é diferente no seu aspecto e a tua diferença é seres amarelo.
- Obrigado por me dizeres isso, mas os outros golfinhos continuam a rir de mim.
Eles foram ter com os outros golfinhos.
Assim que chegaram, um dos golfinhos disse:
- Olha, olha, está ali o golfinho amarelo! Vamos rir dele.
E começaram todos a rir.
Só que a seguir, apareceram outros golfinhos amarelos e ele já não ficou sozinho.
- Vês, há muitos golfinhos iguais a ti.
- Adeus! Espero ver-te outra vez.
- Adeus e obrigado por tudo o que fizeste por mim.
O golfinho foi-se embora para brincar com outros golfinhos amarelos.
Agora, o golfinho nunca mais vai sentir-se sozinho e de vez em quando ele ainda vê aquela menina que ele conheceu.

Shalana West

Os meus gatos

Os meus gatos chamam-se

Minus

Tily

e Mitci
Têm os três, 1 ano.
Eu, o meu irmão e a minha mãe fomos um dia a uma quinta e perguntamos a um senhor se ele tinha gatos para vender.
Ele disse que sim e ofereceu-nos dois gatos (o Minus e o Tily).
Nas primeiras duas semanas eles estavam com muito medo e escondiam-se sempre debaixo do armário.
Mais tarde, começaram a sair lá debaixo e a brincar comigo.
Passados dois meses, encontramos mais um gato (o Mitci), estava lá perto da minha casa.
A minha mãe levou-o para dentro e os outros dois gatos tentaram logo apanhá-lo.
Depois, os gatos começaram a brincar todos.
Um dia, levamo-los ao veterinário para ver se estava tudo “OK”. E estava.
Agora todas as manhãs, eu acordo e lá estão os meus três gatos.
Eu adoro os meus gatinhos.
Shalana West

A vida quotidiana no século XIII


A vida quotidiana no século XIII

A vida quotidiana no século XIII


A vida quotidiana no século XIII


A vida quotidiana no século XIII


segunda-feira, 16 de março de 2009

Mărţişor

Mărţişor é uma pequena peça de adorno típica da Moldávia, Roménia e Bulgária, no formato de pompom feita com fios vermelhos e brancos. São oferecidas aos amigos e familiares antes da chegada da primavera.

As Mărţişor servem para afastar os males que vêm com o Inverno. A cor branca significa a neve que se vai, e o vermelho representa o sol que está a chegar.

No dia 1 de Março as pessoas amarram as Mărţişor que ganharam no pulso, como pulseiras, ou prendem-nas com alfinetes à roupa, normalmente perto da gola da blusa ou próxima ao peito.

A ideia é que a Mărţişor, quando usada, acalme os ânimos de Baba Marta. Ela é uma senhora muito temperamental, que muda constantemente de humor. A ideia é deixá-la feliz, fazendo com que ela leve embora o Inverno, e permita que a primavera chegue, trazendo saúde, felicidade, prosperidade e fertilidade.

A Mărţişor só deve ser retirada quando a pessoa que a usa avistar a primeira cegonha da nova estação. Depois de retirada do pulso ou da roupa, a Mărţişor é amarrada a um ramo de árvore, para que ela proporcione à planta a mesma saúde e sorte que proporcionou à pessoa que a usou.
Cristina Bordei

My Family

Mara Resende

My Family

Shalana Wees