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sexta-feira, 12 de junho de 2009

Era uma vez uma gaivota

Era uma vez uma gaivota que vivia em Albufeira.
A gaivota era branca e na ponta das asas era preta. Ela tinha asas compridas. O bico era cor-de-laranja.
Ela era muito bonita e voava muito mais alto que as outras amigas.
A gaivota voava por cima de Albufeira, mas nunca saía do mesmo sítio, porque adorava Albufeira.
As outras gaivotas diziam-lhe para ir visitar outras cidades e outros países, por que há outros sítios lindos para ver e visitar.
Um dia, a gaivota acordou de manhã cedo e decidiu ir visitar outras cidades.
Ela adorou.
A gaivota aprendeu uma lição: “não fiques no mesmo lugar porque também há muitos sítios bonitos para visitar”.

João Marreiros

terça-feira, 9 de junho de 2009

Imaginária

No país Imaginária, todas as pessoas tinham de ter no nome Imaginário.
A república chamava-se Imaginatória.
E o Presidente chamava-se Antonimagintório Imaginário.
O presidente Antonimaginatório realizou um baile, pois há muito tempo que não havia um.
Havia um rapaz que nunca, na sua vida, tinha saído à rua e não sabia o que era um baile.
Nem sequer, nome tinha.
Os pais foram ao baile e ele ficou em casa.
Esse tal menino era muito curioso e queria saber o que era um baile.
Escondeu-se no porta-bagagens do carro dos pais e pensou:
“Em 9 anos, nunca vi um baile!”
Levou algum tempo a chegar ao baile.
Lá chegados, o rapaz pôde ver como era o baile por dentro e por fora.
Decorridos treze anos (o rapaz agora já era adulto e tinha vinte e dois anos).
Um dia mais tarde, a mãe disse-lhe que as crianças não podiam sair à rua sem terem um nome. Já estava na altura de o seu filho ter um nome e sair à rua.
O nome escolhido foi Pedrimaginário.
Esse menino tornou-se presidente.
Mudou as regras todas.
Decidiu que todas as crianças deviam ter um nome e podiam sair à rua e ir aos bailes quando quisessem.

Luís Cavaco

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Retrato da minha melhor amiga

Eu tenho uma grande amiga.
Chama-se Thalyta. Tem 11 anos e é muito importante para mim.
Ela gosta muito de ler e escrever.
Além de ser uma pessoa criativa é muito extrovertida.
Tem um rosto suave, olhos e cabelos castanhos, uma boca que solta uma voz que eu quase nem consigo explicar. É uma voz assim doce, nada dura, simpática e alegre e um nariz redondo.
Gosta também de fazer desporto, ler um bom livro de poesia, ouvir música e brincar com os amigos.
Para mim, ela é especial, é uma amiga como nenhuma outra.
Eu adoro-a.
Bárbara Marques

A minha cadela

A minha cadela chama-se Puma. Ela tem um ano e sete meses de idade.
A minha cadela é muito simpática.
Ela é lavradora arraçada com caniche. Gosta muito de lutar com o filho.
Ofereceram-nos quando ainda era bebé. Ela tinha 2 meses.
Quando ela veio para minha casa, eu, os meus irmãos e os meus pais andávamos sempre com ela ao colo.
Os meus pais não a deixavam levar para a rua, quando ela era bebé. Ela tinha de ficar em casa.
Passado um ano, a minha cadela teve seis filhos. Mas, um morreu quando nasceu.
Outro dos filhos dela, demos à nossa vizinha. É um cachorro preto com as patas brancas.
A comida preferida dela é ração para cão.

João Sousa

A Bordo da minha Caravela

Uma vez, eu e a minha tripulação viajávamos até à Índia para descobrirmos novas terras que dariam importância a Portugal.
Quando íamos para Índia, aconteceram muitas situações imprevistas, a bordo, como o aparecimento de ratazanas na caravela.
No momento em que estávamos a matá-las, uma tempestade enorme veio incomodar a nossa viagem.
Fomos para dentro da caravela, escondermo-nos dos raios da tempestade, que era muito forte. Mas, esta passou, depois de algumas horas.
Continuamos um pouco e descobrimos terra mas não era a Índia.
Parámos para comer e comprar comida, ficamos lá durante dois dias, também para descansar um pouco.
Agradecemos a hospitalidade e seguimos viagem para a Índia. Desta vez, o resto da viagem foi menos atribulado, só demoramos cinco semanas a chegar ao destino.
Mamudo Só

quarta-feira, 22 de abril de 2009

A Menina Gotinha de Água


Havia uma gotinha de água
Que vivia no mar das gotas lindas
Que estava vestida de dourado
Com as irmãs vestidas de prateado.
Um dia as suas irmãs foram-se embora
Deixando a menina gotinha de água
com muita tristeza
Porque ela também queria ir
Para o mundo de beleza.
Como ela queria ir
tanto para lá
Ela foi sem a mãe saber
Encontrou o mundo de beleza
Que era o mar, só podia ser.
Depois de lá chegar,
de repente subiu
Subiu, subiu, subiu
Até que se evaporou para as nuvens
mas depois caiu.
Quando estava a cair,
Encontrou outra gotinha.
Ficaram amigas
E formaram uma chuvinha.
Mas, enquanto estavam a cair
Um menino também as apanhou
Brincou com elas
E sem querer as largou.
Mas, quando o menino as largou
Uma foi para Sul e outra para Norte
Nunca mais se viramAté a morte.
O cair chama-se precipitação
Mas nós chamamos a isso chuva
E quando ela chegou a casa
Comeu uma uva.
Ela disse à mãe o que lhe aconteceu
Disse que encontrou outra gotinha
E depois a perdeu.
Também disse
que elas formaram uma chuvinha
Mas, quando ela disse isso
A outra gota
apareceu de novo na sua casinha.
Shalana West

O berlinde

O João era um rapaz que pensava que conseguia fazer tudo melhor que os outros, como por exemplo jogar ao berlinde.
Ele dizia a toda a gente:
- Tu não sabes jogar ao berlinde. Eu jogo melhor do que tu e do que todas as outras pessoas do mundo.
-Tu é que não sabes jogar. Queres apostar que se eu jogasse contigo te ganhava facilmente. - disse o Pedro.
O João aceitou o desafio.
De tarde, eles foram os dois jogar ao berlinde.
O João estava quase a ganhar, quando de repente, começaram os outros meninos a gritar:
- Pedro! Pedro! Pedro!
O João distraiu-se e... perdeu.
- Pois é, perdeste, eu disse que ias perder e acertei.
- Desta vez, conseguiste-me vencer mas a próxima vez vais perder.
- Pois, pois, como se fosse.

Shalana West

terça-feira, 21 de abril de 2009

O golfinho amarelo

Era uma vez, um golfinho diferente dos outros. Era amarelo.
Todos os outros golfinhos riam-se dele.
Um dia, ele estava num cantinho e apareceu lá uma menina que lhe perguntou:
- O que é que se passa contigo? Estás triste.
- Eu estou triste porque aqueles golfinhos são todos azuis e eu sou amarelo.
- Não faz mal, sabes porquê?
- Não, diz-me lá.
- É porque toda a gente é diferente no seu aspecto e a tua diferença é seres amarelo.
- Obrigado por me dizeres isso, mas os outros golfinhos continuam a rir de mim.
Eles foram ter com os outros golfinhos.
Assim que chegaram, um dos golfinhos disse:
- Olha, olha, está ali o golfinho amarelo! Vamos rir dele.
E começaram todos a rir.
Só que a seguir, apareceram outros golfinhos amarelos e ele já não ficou sozinho.
- Vês, há muitos golfinhos iguais a ti.
- Adeus! Espero ver-te outra vez.
- Adeus e obrigado por tudo o que fizeste por mim.
O golfinho foi-se embora para brincar com outros golfinhos amarelos.
Agora, o golfinho nunca mais vai sentir-se sozinho e de vez em quando ele ainda vê aquela menina que ele conheceu.

Shalana West

Os meus gatos

Os meus gatos chamam-se

Minus

Tily

e Mitci
Têm os três, 1 ano.
Eu, o meu irmão e a minha mãe fomos um dia a uma quinta e perguntamos a um senhor se ele tinha gatos para vender.
Ele disse que sim e ofereceu-nos dois gatos (o Minus e o Tily).
Nas primeiras duas semanas eles estavam com muito medo e escondiam-se sempre debaixo do armário.
Mais tarde, começaram a sair lá debaixo e a brincar comigo.
Passados dois meses, encontramos mais um gato (o Mitci), estava lá perto da minha casa.
A minha mãe levou-o para dentro e os outros dois gatos tentaram logo apanhá-lo.
Depois, os gatos começaram a brincar todos.
Um dia, levamo-los ao veterinário para ver se estava tudo “OK”. E estava.
Agora todas as manhãs, eu acordo e lá estão os meus três gatos.
Eu adoro os meus gatinhos.
Shalana West

terça-feira, 10 de março de 2009

Um dia na minha vida

Hoje, domingo, dia 22 de Fevereiro, é mais um dia da minha vida.
Acordei por volta das 9:30h. Depois de lavar a cara e os dentes, fui ver televisão. Tomei o pequeno-almoço com os meus pais e fui brincar para a rua. Estava um dia de sol e não havia vento.
Joguei à bola, fui para o campo com a minha galinha-da-índia que se chama Zypsy. Ela gosta muito de comer insectos que eu apanho e que lhe dou na minha mão. Também brinquei com o meu cão, o Niko, de raça Epagneul Breton, muito meigo e brincalhão.
Perto da hora do almoço, fui ajudar a minha mãe a grelhar o peixe.
Após almoçar, preparei o saco do basquete para o jogo, às 15:00h, na Escola Secundária de Albufeira (ESA). A minha equipa é o C.B.A. O resultado foi bom, ganhamos 74 a 16.
Terminado o jogo, tomei duche e segui para a missa, às 17.30h, nos Olhos de Água, com a minha mãe. Depois da missa, fui visitar a minha avó, bisavó, tios e primos.
Costumo visitá-los todos os domingos à tarde, brinquei com os meus primos André e Carolina.
Enquanto os meus pais preparavam o jantar, eu vi televisão.
A seguir do jantar, fiz a higiene e fui para o meu quarto. Um dia muito ocupado, mas bem passado.

A Árvore das Sete Cores

Era uma vez, uma árvore com sete cores: vermelho, verde, laranja, azul, rosa, roxo e castanho.
A árvore chamava-se Violeta e era muito velha, tinha oitenta e sete anos.
A árvore era muito gira. Era a mais bonita do mundo.
As outras árvores queriam ser iguais à Violeta.
Um dia, a Violeta disse-lhes:
- Se querem ser como eu, devem pintar-se das cores que gostarem.
As árvores agradeceram-lhe:
- Muito obrigada. Da próxima vez, quando viermos visitar-te, vamos estar coloridas como tu.
Nós vamos ser as mais bonitas do mundo e quando os homens olharem para nós irão querer um mundo igual a nós, ou seja, um mundo colorido.
Cristina Bordei

O Papagaio e o Cão

Era uma vez, um papagaio chamado Chico, ele era verde com o bico preto mas os seus olhos eram encarnados.
Um dia, o Chico foi brincar para o jardim porque estava um dia maravilhoso.
Então, o Chico encontrou um cão que parecia estar abandonado. E ele perguntou:
- Como te chamas?
- Chamo-me Farrusco e tu? – disse o cão.
- Chamo-me Chico! - disse o papagaio.
O Chico voltou a perguntar.
- Estás abandonado?
- Sim. O meu dono não gosta de mim e por isso pôs-me na rua, à chuva e ao vento. – disse o Farrusco.
- Queres ser meu amigo? – Perguntou o Chico!
- Sim quero muito ser teu amigo. – disse o Farrusco.
- Então vamos passear.
E lá foram os dois contentes pelo o jardim fora, porque eles são verdadeiros amigos.
E gostam muito um do outro.

Mara Resende

UMA MISSÃO PELA LIBERDADE

Certo dia, um rato chamado Jerry fugiu do Jardim Zoológico por um buraco.
O Sr. Joaquim, o dono do Zoo ficou irritado por perder um animal, mas como tinha mais não se importou.
Os outros animais do Zoo ficaram chateados ao ver o rato a rir à frente deles, e o elefante perguntou:
- Como conseguiste fugir?
- Vi um buraco do tamanho da tua pata e fugi. He! He! - disse o rato.
- Não tem piada Jerry. Podes rir-te, mas nós estamos presos aqui neste Zoo. - disse a Águia.
- Tens razão, mas eu estou aqui para gozar a minha liberdade e não vejo maneira de vos ajudar.
- Pois, nem eu. Alguém conhece uma maneira de conseguirmos sair daqui? - disse o urso.
- Não! - Disseram todos em conjunto.
Ficou um silêncio enorme. Ninguém sabia o que fazer, pois seria difícil os animais grandes saírem do Zoo sem o Sr. Joaquim ver.
Passado algum tempo, o rato disse:
-Já sei! E se eu tentar entrar na sala da administração e roubar as chaves das portas todas? O que acham?
- Parece-me bem, vai lá e tenta! - disse o veado.
O rato entrou na sala da administração e roubou as chaves. Logo de seguida foi a correr ter com os seus amigos. Abriu as portas e disse:
- Agora que já estão soltos, para onde vão?
- Eu vou voar até encontrar um sítio com grandes rochedos e árvores. - disse a águia.
- Eu vou correr até encontrar uma caverna. - disse o urso.
- Eu vou andar até encontrar um sítio cheio de árvores enormes. - disse a girafa.
- Bem, mas se calhar isso fica muito longe. Porque não vamos todos juntos até ao cais de embarque, escondemo-nos dentro de um navio que vá para África e então poderemos desembarcar no continente onde temos muito espaço para viver em liberdade. - disse o gorila.
Seguiram a sugestão do gorila e, de noite, puseram-se a caminho do cais. Conseguiram esconder-se num navio e chegar ao seu habitat natural.
Afinal, os seres mais pequenos também conseguem fazer tudo o que os maiores fazem! Não interessa tamanho ou sabedoria, às vezes basta ser esperto e a união faz a força, unidos vencemos tudo.
Tiago Jesus

Semana da Leitura: "Auto da barca do castigo" de Cristiana Resina e Sara Rodrigues


segunda-feira, 9 de março de 2009

O meu cão

O meu cão chama-se «Strauss» e tem 5 meses de idade. Ele é o meu primeiro cão e o meu melhor amigo.
A raça dele é um Cocker Spaniel. É muito brincalhão, é dourado, teimoso e cheio de energia.
Eu, os meus pais e avós fomos buscá-lo, quando tinha 2 meses, a Salvaterra de Magos. Quando, saiu do canil ele cheirava muito mal. Ele não podia olhar para o sol, quando isso acontecia começava logo a chorar, pois tinha a vista um pouco inflamada.
A caminho de Albufeira, ainda parei em casa da minha bisavó e o Strauss fartou-se de beber água, pois a viagem foi muito longa.
Na sua nova casa tudo era estranho para ele. Não sabia para onde ir e o que fazer.
Passado algum tempo começou logo a explorar o seu novo habitat. E aos poucos foi-se adaptando à sua nova casa.
No dia seguinte, fomos ao veterinário, pois já estava na hora de levar a sua segunda vacina. A veterinária alertou-nos para as várias vacinas para prevenir as doenças que normalmente atacam os cães. Ficamos a saber a melhor maneira de o meu cachorrinho ter uma vida saudável.
Eu adoro-o!!!

Luís Cavaco

terça-feira, 3 de março de 2009

Semana da Leitura 2009 - Encontro com a escritora Rita Sobral

Conversas do Céu e da Terra


A Menina das Galochas


Era uma vez, uma terra onde o Sol não aparecia há muito tempo. Todos os dias chovia sempre à mesma hora e o céu estava sempre cheio de nuvens cinzentas e brancas. As crianças perguntavam aos avós e pessoas de idade como era o Sol, porque só o conheciam através do que viam em revistas, livros de histórias e até na televisão.
As pessoas estavam sempre tristes, mas havia uma menina que estava sempre alegre e todos tinham inveja dessa alegria. Todos os dias, calçava as galochas e chapinhava de poça em poça. Essa menina era conhecida por “A menina das Galochas”.
Um dia, a menina das galochas construiu uma escada que ia até às nuvens. Lá, pintou o céu e as nuvens de cores coloridas fazendo vários cenários, com o sol brilhante, nuvens brancas, um céu cheio de estrelas e de luz. Pintou também todas as estações do ano.
E assim, a alegria voltou à Terra. Todos estavam felizes, as crianças brincavam e os adultos festejavam!
Tiago Jesus