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terça-feira, 26 de maio de 2009

Tratamento Estatístico

Opinião do 5º A sobre o tipo de alimentação da escola

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Opinião dos alunos do 5º A sobre a alimentação na escola

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Daniel Pereira

terça-feira, 3 de março de 2009

Semana da Leitura 2009 - Encontro com a escritora Rita Sobral

Conversas do Céu e da Terra


A Menina das Galochas


Era uma vez, uma terra onde o Sol não aparecia há muito tempo. Todos os dias chovia sempre à mesma hora e o céu estava sempre cheio de nuvens cinzentas e brancas. As crianças perguntavam aos avós e pessoas de idade como era o Sol, porque só o conheciam através do que viam em revistas, livros de histórias e até na televisão.
As pessoas estavam sempre tristes, mas havia uma menina que estava sempre alegre e todos tinham inveja dessa alegria. Todos os dias, calçava as galochas e chapinhava de poça em poça. Essa menina era conhecida por “A menina das Galochas”.
Um dia, a menina das galochas construiu uma escada que ia até às nuvens. Lá, pintou o céu e as nuvens de cores coloridas fazendo vários cenários, com o sol brilhante, nuvens brancas, um céu cheio de estrelas e de luz. Pintou também todas as estações do ano.
E assim, a alegria voltou à Terra. Todos estavam felizes, as crianças brincavam e os adultos festejavam!
Tiago Jesus

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Planeta Azul?



A Menina Gotinha de Água


Era uma vez uma menina gotinha de água que vivia com as suas irmãs vestidas de dourado e prateado.
Um dia, essa família de gotinhas fez o ciclo da água, mas esse ciclo de água não foi um ciclo da água normal.
Nesse ciclo, elas em vez de passarem primeiro pelo lago resolveram visitar o rio e só depois é que foram ao lago.
Elas viveram uns tempos nas montanhasa depois gotinha foi para o lago brincar. Quando viu o mar ela pensou que era o maior mar do mundo.
A seguir, evaporou-se, formou uma nuvem e depois...
Depois, caiu novamente nas montanhas.

Cristina Bordei

Conversas do Céu e da Terra

A Menina das Galochas
Todos os dias, pelas ruas, todas as crianças andavam muito tristes por nunca terem visto o sol. Só tinham visto o sol na televisão e em revistas. Ouviram falar dele nas histórias que as suas avós lhes contavam.
Mas, havia uma rapariga que tinha sempre um sorriso, muito invejado, na cara. Mesmo, nos dias de chuva, ela estava muito contente, calçava as suas galochas e lá ia saltando de poça em poça. Mas, como via muita tristeza nas outras crianças, ela decidiu construir uma grande escada. Subiu até a uma nuvem e pintou o céu de várias cores.
As crianças adoram os novos cenários e houve tanta alegria no ar que as ruas ficaram cheias de felicidade.

Mara Resende e Daniel Pereira

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Conversas do Céu e da Terra


Encontros do Sol e da Lua

Num encontro casual, o sol e a lua decidiram trocar os papéis, a lua de dia brilhar e o sol à noite iluminar.
Pois, a lua as crianças queria ver brincar. E o sol queria o silêncio da noite sentir.
Então, a lua vestiu-se de sol para logo poder nascer.
Quando nasceu, todas as crianças correram para a praia, mas ela esqueceu-se que ao meio dia tinha que subir.
E foi então que, ficou coberta de nuvens e começou a chorar , e suas lágrimas chegaram a ser confundidas com chuva e as crianças logo tiveram que se abrigar.
À noite, o sol vestido de lua iluminou o céu. Estava finalmente a sentir o silêncio da noite.
Mas, as estrelas, os cometas e os seus irmãos planetas decidiram, então, que aquela ordem não estava correcta, logo, o sol voltava a alegrar as crianças de dia e a lua brilharia em quarto minguante, cheia e em quarto crescente.
E voltaram a viver em plena harmonia.

Bárbara Marques e Temer Nassar

Conversas do Céu e da Terra


A menina das galochas


Era uma vez uma aldeia em que as crianças nunca tinham visto o sol, só o tinham visto nos jornais, nas revistas, na televisão, ou então, tinham ouvido falar nele pelos avós.
Todos os dias, à mesma hora, chovia e era nessa altura que uma menina calçava as galochas e muito contente chapinhava de poça em poça.
Um dia, construiu uma escada tão alta que chegava às nuvens. Ela tinha decidido pintar o céu. Pintou vários cenários, um Sol muito forte, estrelas cintilantes e a lua brilhante, sem esquecer as estações desde o Inverno até ao Verão.
Quando todos viram o céu tão bonito, ficaram muito contentes pelo que a menina das galochas tinha feito.

Iryna Semenyuk e Rodrigo Cardoso

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

A Menina Gotinha de Água


Era uma vez uma menina Gotinha de Água.
A menina Gotinha de Água era muito simpática, amiga e gostava de ajudar.
Ela e as suas irmãs andavam sempre juntas.
Um dia, em que o sol escaldava, a certa altura a menina Gotinha de Água sentiu que estava a ser levada para o céu.
Ela via que estava a ir em direcção às nuvens.
Já em cima de uma nuvem, desmaiou pensando que nunca mais ia ver as suas irmãs.
No dia seguinte, estava mesmo por cima de uma montanha.
A nuvem onde a menina dormia deitada, estava tão triste mas tão triste que começou a chorar e a menina sentiu-se a escorregar por ela até que caiu num rio.
Nesse rio, a menina conheceu um salmão e tornaram-se amigos.
De manhã, ela perguntou ao seu novo amigo:
-Sabes como é que se vai para o mar?
-Sim.
E lá foram eles pelo rio abaixo, até que a certa altura chegaram à foz do rio, então a menina despediu-se do seu amigo.
Lá, estavam as irmãs da menina e de novo ficaram juntas.
Esta viagem repetiu-se muitas vezes. E passou a chamar-se “O Ciclo da Água”.

João Neto

Conversas do Céu e da Terra

A menina das galochas

As crianças já não viam o sol.
Só ouviam falar dele, pelos pais, avós e na televisão.
Todos os dias, à mesma hora, começava sempre a chover.
Uma menina calçou as suas galochas para ir saltar de poça em poça, foi dançando ballet com o som dos salpicos da poça.
A menina das galochas construiu uma escada tão grande que chegava às nuvens, e começou a pintar o céu.
João Neto e Luís Cavaco

A Menina Gotinha de Água

Era uma vez uma gota chamada Iglo, que não tinha amigos nem amigas.
Um dia, a gota Iglo decidiu ir até à praia espreitar os meninos e as meninas.
Quando lá chegou, estava muito calor e começou a sentir-se muito leve, porque estava a evapoar-se para as nuvens. Ao chegar às nuvens, ela viu muitas gotinhas iguais a si própria. Parecia uma visita guiada pelo céu.
Entretanto, a gota Iglo estava a ficar com frio porque a nuvem estava a subir a montanha, e no cimo da montanha está frio. Então, começou a deixar cair-se juntamente com milhares de gotinhas de água, encaminhando-se para os rios. Ela sentia que estava a voltar para casa.
Mas, estavam lá uns ramos e galhos grandes a tapar a passagem para o mar e ela não queria ficar no rio a viver, por isso, chamou uns castores para roerem os troncos e desbloquearem a passagem do rio.
A gota Iglo agradeçeu aos castores pelo trabalho e pela simpatia. Os castores disseram-lhe que até tinha sido divertido e assim tinham feito novos amigos.
A Iglo continuou o seu caminho de volta ao oceano. Quando chegou, tinha muitas outras gotas à espera. Entusiasmada, contou-lhes a sua aventura. Elas, então, disseram-lhe que também já tinham visto tudo e que era uma viagem maravilhosa que todas queriam repetir. Conversaram, rebolaram na areia da praia, bateram contra as rochas, divertiram-se tanto que acabaram por ficar todas amigas.
A gota Iglo nessa noite sonhou com a sua longa viagem, com as suas novas amigas e sentiu-se muito feliz.
Benjamin Ferreira

Planeta Azul?



O Planeta Azul acordou um dia com muitas manchas vermelhas e ficou intrigado, porque não queria mudar de cor.

Resolveu ir ter com o Sol e perguntou-lhe o que se passava, porque também ele estava a mudar e a ficar muito poderoso. O Sol respondeu-lhe que era porque lhe abriram o caminho da camada de ozono, mas que não sabia o que se passava com o Planeta Azul, e respondeu-lhe para ele ir perguntar aos que destruíram a camada de ozono.

Então, foi ter com o vento para que este lhe dissesse o porquê de estar a ficar vermelho. Mas, o vento respondeu que estava tudo uma confusão com o degelo e o aquecimento da terra e que não lhe sabia responder, e para o Planeta Azul perguntar a alguém que andasse a destruir a terra.

O Planeta Azul foi perguntar aos mares e eles disseram-lhe para perguntar aos peixes. Então, foi perguntar aos peixes e eles também nada sabiam e queixaram-se de que os filhos estavam a morrer aos cardumes. Perguntou às aves do céu, às abelhas, a uma vaca, a uma ovelha, aos lobos e todos responderam da mesma maneira... «que os seus filhos estavam a morrer e que nada sabiam»

Foi quando já estava desanimado que encontrou um cão velho e triste e lhe perguntou se sabia porque tudo estava a mudar e ele a ficar vermelho. Como os cães são os melhores amigos do homem deviam saber. O cão habituado a ter um dono respondeu de maneira diferente e disse ao Planeta azul para perguntar ao Homem que era inteligente.

O Planeta Azul cheio de esperança foi à procura do Homem, e encontrou um bombeiro que lhe respondeu que a culpa devia de ser dos incêndios. Depois, o Homem do lixo disse-lhe que a culpa era dos esgotos e de quem suja os mares e os rios. O Planeta Azul, ainda descontente com a resposta, perguntou a uma cabeleireira que lhe disse que a culpa era dos aerossóis. Finalmente, um químico atribuiu a culpa aos produtos químicos.

O Planeta azul não quis ouvir mais nada e disse que não era possível que o Homem que era inteligente, estivesse a destruir-se a si próprio e resolveu fazer uma reunião para alertar os Homens. Perguntou-lhes se sabiam porque é que o vento estava rabugento, o sol violento e ele a ficar vermelho. Responderam-lhe que era da poluição. O Planeta Azul disse-lhes que eram os Homens que destruam o Planeta com a poluição.

Os Homens ficaram envergonhados e decidiram em conjunto acabar uma vez por todas, com os lixos nos rios e nos mares, os aerossóis, os incêndios, os produtos químicos e os esgotos. Senão, o Homem deixaria de ter um Planeta Azul para ficar com uma terra queimada, de cor vermelha, onde os animais e as plantas não poderiam crescer.

Os Homens comovidos desataram a chorar e dos olhos de cada um brotaram fontes de água límpida e cristalina e cresceram muitos rios que foram ter ao mar. A terra ficou com uma linda cor azul.
Benjamin Ferreira e Ricardo Marinho

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

A Menina Gotinha de Água


Era uma vez uma Menina gotinha de água.
Essa gotinha fez uma “viagem” na Natureza, que se chama ciclo da água.
A gotinha de água nasceu numa Nascente; foi para o Leito; depois foi para a Foz e por fim chegou ao Mar.
A gotinha de água estava sossegada no Mar, quando ela e as outras milhões de gotinhas foram evaporadas para formaram nuvens.
Passado algum tempo ela e as outras gotinhas tornaram-se mais pesadas e maiores. Começou a chover, e nessa altura, o Sol começou a brilhar e o arco - íris apareceu.


Ricardo Marinho

Planeta Azul?


Era uma vez um Planeta Azul que um dia se transformou num planeta vermelho.
Foi procurar o Sol para saber a razão do seu problema. Mas o Sol não soube responder-lhe e sugeriu-lhe ir perguntar ao Vento.
O planeta decidiu perguntar ao Vento. Mas o vento disse que também não sabia responder-lhe.
O planeta pensou que a culpa não era das forças da natureza e então foi ter com os mares. Perguntou-lhe o que estava a acontecer. Os mares também não sabiam e disseram-lhe para perguntar aos peixes.
Então, o planeta foi perguntar aos peixes, mas os peixes não sabiam, e responderam-lhe que os seus filhos estavam a morrer aos cardumes.
Depois, foi perguntar às aves e estas disseram-lhe que os seus filhos também estavam a morrer aos bandos e não sabiam porquê.
Perguntou a umas abelhas, mas elas também não sabiam, e os seus filhos também estavam a morrer aos enxames.
Mais à frente, viu umas vacas e fez-lhes a mesma a mesma pergunta. As vacas disseram-lhe que também não sabiam e que os seus filhos estavam a morrer às manadas.
Ao lado, viu umas ovelhas, elas disseram-lhe a mesma coisa, que não sabiam e que os seus filhos estavam a morrer aos rebanhos.
Andou e encontrou uns lobos que lhe disseram que não sabiam de nada e os seus filhos estavam a morrer às alcateias.
Mais à frente, encontrou um cão, o planeta voltou a colocar-lhe a mesma pergunta. O cão aproximou-se dele e disse-lhe que os seus filhos também estavam a morrer às matilhas e que era melhor ele procurar essa resposta nos homens.
Então, assim o fez, encontrou um bombeiro perguntou-lhe e ele disse que era por causa dos incêndios.
Depois, viu um homem que recolhia o lixo e ele disse-lhe que a culpa era dos esgotos.
Encontrou uma cabeleireira e ela disse-lhe que era por causa dos sprays. Viu um engenheiro químico que lhe contou que era por causa dos produtos químicos.
O planeta ficou triste por não saber qual das ideias era a verdadeira.
Então, organizou todos os homens e contou-lhe o que se passava e todos disseram que era por causa da poluição.
Os homens decidiram que juntos podiam acabar com a poluição.
E foi mesmo isso que aconteceu, o planeta voltou a ficar azul outra vez e os meninos puderam ouvir outra vez histórias.

Andreia Silva e Wilson Ferreira

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

A Menina Gotinha de Água

Era uma vez uma gotinha de água. Ela vivia nas nuvens.
Um dia, surgiu uma tempestade. O vento era forte e já trovejava junto com a chuva intensa. Até que chegou a vez de ser a gotinha de água a atirar-se. Ela saltou e caiu no meio do mar.
Aí, ela encontrou-se comigo. Apresentámo-nos uma à outra e quando já nos conhecíamos melhor começámos a brincar juntas.
Entretanto, ela começou a sentir saudades da sua família.
Encontrei-a a chorar e perguntei-lhe:
- Porque choras?
- Tenho saudades da minha família. Respondeu ela.
Eu acalmei-a:
- Não te preocupes. A tua família estará sempre dentro do teu coração.
Depois deste episódio vivemos felizes para sempre.
Bárbara Marques