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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Livro que ladra não morde

No dia 12 de Janeiro, às dez horas, a nossa turma e a do 5ºD, acompanhadas pelos professores Vítor Tenazinha e Paulo Gonçalves, fomos à Biblioteca Municipal assistir a uma actividade chamada “Livro que Ladra Não Morde”, dinamizada pelo grupo de animação de Portimão, “A Gaveta”.
Esse grupo era constituído pelo Aires que tocava guitarra sem corpo, e o Sandro que contava as histórias.
No início, o Sandro fingiu que chegava atrasado à actividade, mas mal entrou, começou logo a ler um poema.
Depois, fizemos um jogo com as palavras, por exemplo: as tartarugas são tartes com rugas e um engenheiro é um engenho com dinheiro.
A seguir, leu-nos poemas e histórias de livros muito engraçados: “O zero que queria ser poeta”, e o “Sr. Juarroz”.
Eu também participei na actividade e li o poema “O menino que fazia tudo ao contrário”.
O professor Vítor Tenazinha também leu uma história.
A actividade foi curta, mas engraçada e acho que todas gostaram.
No fim, tirámos fotos em frente à Biblioteca Municipal com o Aires e com o Sandro.

Rodrigo Cardoso

Conversas do Céu e da Terra


A menina das galochas


Era uma vez uma aldeia em que as crianças nunca tinham visto o sol, só o tinham visto nos jornais, nas revistas, na televisão, ou então, tinham ouvido falar nele pelos avós.
Todos os dias, à mesma hora, chovia e era nessa altura que uma menina calçava as galochas e muito contente chapinhava de poça em poça.
Um dia, construiu uma escada tão alta que chegava às nuvens. Ela tinha decidido pintar o céu. Pintou vários cenários, um Sol muito forte, estrelas cintilantes e a lua brilhante, sem esquecer as estações desde o Inverno até ao Verão.
Quando todos viram o céu tão bonito, ficaram muito contentes pelo que a menina das galochas tinha feito.

Iryna Semenyuk e Rodrigo Cardoso

sábado, 20 de dezembro de 2008

Carta de um soldado romano


Meus caros amigos,


Venho por este meio informar que este povo lusitano é mais forte do que pensávamos. Se perdermos mais soldados, podemos até, ter que desistir e voltar para Roma.
Afinal, já conquistamos a: Britânia, Gália, Hispânia, Dácia, Macedónia, Grécia, Ásia Menor, Síria, Judeia, Egipto, Numídia, Cartago e Mauritânia. Resumido todo o Mare Nostrum.

Agora despeço-me, porque a luta vai recomeçar. Por favor, mandem reforços, nós tentaremos aguentar até chegarem.


Rodrigo Cardoso

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Filactera, meu amor!


No dia 9 de Outubro de 2008, a nossa turma dirigiu-se à Biblioteca Municipal de Albufeira para participar numa actividade com o escritor e ilustrador Miguel Horta.
Partimos da escola às 10 horas e regressámos por volta do meio-dia.
Na biblioteca, falámos sobre a Filactera. O Miguel Horta explicou-nos que a Filactera se alimenta de palavras. Em resumo, são balões de banda desenhada.
Em seguida, contou-nos uma história pessoal sobre como perdeu uma namorada por não saber correctamente a língua portuguesa.
Após esta história, mostrou-nos um livro que escreveu e ilustrou cujo nome é “Pinok e Baleote”. Esta fala-nos sobre um menino mentiroso e uma baleia, decorre nas ilhas de Cabo Verde e nela aparecem expressões em língua crioula.
Seguimos para a demonstração das actividades, que consistiam em escrever verbos a partir de palavras onomatopaicas e escrever adjectivos que descrevessem emoções.
Durante a realização da actividade, separámo-nos em três grupos. Cada grupo tinha que escrever três adjectivos para uma emoção e alguns verbos a partir de palavras onomatopaicas.
No final, corrigimos o trabalho de cada grupo e aprendemos palavras novas.
Esta actividade foi muito interessante e proveitosa, sendo o Miguel Horta um óptimo comunicador e muito engraçado. Toda a turma manifestou interesse em ler o “Pinok e Baleote” e voltar um dia a estar de novo com o Miguel Horta.


Texto escrito por Rodrigo Cardoso com a colaboração dos alunos do 5º A
10 de Outubro de 2008