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terça-feira, 21 de abril de 2009
segunda-feira, 16 de março de 2009
My Family
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Turma do 5º. A (08-09) - Escola E B 2 3 Profª. Diamantina Negrão
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16:53
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Inglês
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Conversas do Céu e da Terra

“Menina das galochas”
Era uma vez, uma cidade que nunca tinha visto o Sol. Só o tinha visto em livros, revistas e na televisão.
Todos os dias, viam-se nuvens brancas e acinzentadas e chovia sempre à mesma hora.
Um dia, uma menina muito feliz calçou as galochas e pôs-se a saltar nas poças.
Com a sua imaginação pensou em pintar o céu com as várias cores das estações do ano, as nuvens de várias cores animadas e o Sol.
Por isso, construiu uma escada enorme e pôs-se a pintar. E assim, ficaram felizes graças à menina das galochas.
Benjamin Ferreira e José Marinho
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Turma do 5º. A (08-09) - Escola E B 2 3 Profª. Diamantina Negrão
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09:25
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Plano Nacional de Leitura
Planeta Azul?

O Planeta Azul acordou um dia com muitas manchas vermelhas e ficou intrigado, porque não queria mudar de cor.
Resolveu ir ter com o Sol e perguntou-lhe o que se passava, porque também ele estava a mudar e a ficar muito poderoso. O Sol respondeu-lhe que era porque lhe abriram o caminho da camada de ozono, mas que não sabia o que se passava com o Planeta Azul, e respondeu-lhe para ele ir perguntar aos que destruíram a camada de ozono.
Então, foi ter com o vento para que este lhe dissesse o porquê de estar a ficar vermelho. Mas, o vento respondeu que estava tudo uma confusão com o degelo e o aquecimento da terra e que não lhe sabia responder, e para o Planeta Azul perguntar a alguém que andasse a destruir a terra.
O Planeta Azul foi perguntar aos mares e eles disseram-lhe para perguntar aos peixes. Então, foi perguntar aos peixes e eles também nada sabiam e queixaram-se de que os filhos estavam a morrer aos cardumes. Perguntou às aves do céu, às abelhas, a uma vaca, a uma ovelha, aos lobos e todos responderam da mesma maneira... «que os seus filhos estavam a morrer e que nada sabiam»
Foi quando já estava desanimado que encontrou um cão velho e triste e lhe perguntou se sabia porque tudo estava a mudar e ele a ficar vermelho. Como os cães são os melhores amigos do homem deviam saber. O cão habituado a ter um dono respondeu de maneira diferente e disse ao Planeta azul para perguntar ao Homem que era inteligente.
O Planeta Azul cheio de esperança foi à procura do Homem, e encontrou um bombeiro que lhe respondeu que a culpa devia de ser dos incêndios. Depois, o Homem do lixo disse-lhe que a culpa era dos esgotos e de quem suja os mares e os rios. O Planeta Azul, ainda descontente com a resposta, perguntou a uma cabeleireira que lhe disse que a culpa era dos aerossóis. Finalmente, um químico atribuiu a culpa aos produtos químicos.
O Planeta azul não quis ouvir mais nada e disse que não era possível que o Homem que era inteligente, estivesse a destruir-se a si próprio e resolveu fazer uma reunião para alertar os Homens. Perguntou-lhes se sabiam porque é que o vento estava rabugento, o sol violento e ele a ficar vermelho. Responderam-lhe que era da poluição. O Planeta Azul disse-lhes que eram os Homens que destruam o Planeta com a poluição.
Os Homens ficaram envergonhados e decidiram em conjunto acabar uma vez por todas, com os lixos nos rios e nos mares, os aerossóis, os incêndios, os produtos químicos e os esgotos. Senão, o Homem deixaria de ter um Planeta Azul para ficar com uma terra queimada, de cor vermelha, onde os animais e as plantas não poderiam crescer.
Os Homens comovidos desataram a chorar e dos olhos de cada um brotaram fontes de água límpida e cristalina e cresceram muitos rios que foram ter ao mar. A terra ficou com uma linda cor azul.
Resolveu ir ter com o Sol e perguntou-lhe o que se passava, porque também ele estava a mudar e a ficar muito poderoso. O Sol respondeu-lhe que era porque lhe abriram o caminho da camada de ozono, mas que não sabia o que se passava com o Planeta Azul, e respondeu-lhe para ele ir perguntar aos que destruíram a camada de ozono.
Então, foi ter com o vento para que este lhe dissesse o porquê de estar a ficar vermelho. Mas, o vento respondeu que estava tudo uma confusão com o degelo e o aquecimento da terra e que não lhe sabia responder, e para o Planeta Azul perguntar a alguém que andasse a destruir a terra.
O Planeta Azul foi perguntar aos mares e eles disseram-lhe para perguntar aos peixes. Então, foi perguntar aos peixes e eles também nada sabiam e queixaram-se de que os filhos estavam a morrer aos cardumes. Perguntou às aves do céu, às abelhas, a uma vaca, a uma ovelha, aos lobos e todos responderam da mesma maneira... «que os seus filhos estavam a morrer e que nada sabiam»
Foi quando já estava desanimado que encontrou um cão velho e triste e lhe perguntou se sabia porque tudo estava a mudar e ele a ficar vermelho. Como os cães são os melhores amigos do homem deviam saber. O cão habituado a ter um dono respondeu de maneira diferente e disse ao Planeta azul para perguntar ao Homem que era inteligente.
O Planeta Azul cheio de esperança foi à procura do Homem, e encontrou um bombeiro que lhe respondeu que a culpa devia de ser dos incêndios. Depois, o Homem do lixo disse-lhe que a culpa era dos esgotos e de quem suja os mares e os rios. O Planeta Azul, ainda descontente com a resposta, perguntou a uma cabeleireira que lhe disse que a culpa era dos aerossóis. Finalmente, um químico atribuiu a culpa aos produtos químicos.
O Planeta azul não quis ouvir mais nada e disse que não era possível que o Homem que era inteligente, estivesse a destruir-se a si próprio e resolveu fazer uma reunião para alertar os Homens. Perguntou-lhes se sabiam porque é que o vento estava rabugento, o sol violento e ele a ficar vermelho. Responderam-lhe que era da poluição. O Planeta Azul disse-lhes que eram os Homens que destruam o Planeta com a poluição.
Os Homens ficaram envergonhados e decidiram em conjunto acabar uma vez por todas, com os lixos nos rios e nos mares, os aerossóis, os incêndios, os produtos químicos e os esgotos. Senão, o Homem deixaria de ter um Planeta Azul para ficar com uma terra queimada, de cor vermelha, onde os animais e as plantas não poderiam crescer.
Os Homens comovidos desataram a chorar e dos olhos de cada um brotaram fontes de água límpida e cristalina e cresceram muitos rios que foram ter ao mar. A terra ficou com uma linda cor azul.
Benjamin Ferreira e Ricardo Marinho
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Estudo Acompanhado,
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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Carta de um legionário
De: Ricardo (Legionário)
Conímbriga
Conímbriga
Para: César, Augusto e Marco (Legionários)
Roma
Caríssimos colegas Legionários,
Estou a escrever-vos esta carta de uma cidade acabada de construir, por nós, chamada Conímbriga.
Até cá chegar, tivemos uma viagem muito longa e dura. Foi bastante difícil passar os Pirenéus mas conseguimos.
Aqui a vida é tranquila e boa. Já construímos pontes, templos e aquedutos, e agora estamos a começar a construir estradas.
Aqui há bastante: ferro, azeite, frutos secos, prata, cobre e há também bastantes rios, por isso temos muita água!
Já houve algumas expedições de legionários para o Sul e Sudeste, mas eu fiquei cá.
E como está tudo aí por Roma?
Espero que esteja tudo bem.
Mandem-me notícias vossas e novidades que saibam.
Um grande abraço para todos vós,
Do vosso amigo
Ricardo
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História e Geografia Portugal
A Menina Gotinha de Água

Era uma vez uma Menina gotinha de água.
Essa gotinha fez uma “viagem” na Natureza, que se chama ciclo da água.
A gotinha de água nasceu numa Nascente; foi para o Leito; depois foi para a Foz e por fim chegou ao Mar.
A gotinha de água estava sossegada no Mar, quando ela e as outras milhões de gotinhas foram evaporadas para formaram nuvens.
Passado algum tempo ela e as outras gotinhas tornaram-se mais pesadas e maiores. Começou a chover, e nessa altura, o Sol começou a brilhar e o arco - íris apareceu.
Essa gotinha fez uma “viagem” na Natureza, que se chama ciclo da água.
A gotinha de água nasceu numa Nascente; foi para o Leito; depois foi para a Foz e por fim chegou ao Mar.
A gotinha de água estava sossegada no Mar, quando ela e as outras milhões de gotinhas foram evaporadas para formaram nuvens.
Passado algum tempo ela e as outras gotinhas tornaram-se mais pesadas e maiores. Começou a chover, e nessa altura, o Sol começou a brilhar e o arco - íris apareceu.
Ricardo Marinho
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16:45
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Plano Nacional de Leitura
Azulejo árabe
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História e Geografia Portugal
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Countries
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