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terça-feira, 26 de maio de 2009

Tratamento Estatístico

Opinião do 5º A sobre o tipo de alimentação da escola

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Opinião dos alunos do 5º A sobre a alimentação na escola

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Número de refeições diárias dos alunos do 5º A

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Daniel Pereira

segunda-feira, 16 de março de 2009

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Planeta Azul?


Dia de S.Valentim


Dia dos namorados

Já não consigo parar de pensar em ti porque
O amor está no ar.
Amo-te muito e quero que
O nosso amor dure para sempre porque...

Desde que te conheci não consigo deixar de pensar se me
Amas ou não?
Ninguem te ama
Igual a mim. Se não fosses tu, a minha vida não tinha sentido
E só me queria esconder se não te estivesses ao meu
Lado para poder desabafar os meus sentimentos.
João Marreiros, João Neto e Daniel Pereira

Conversas do Céu e da Terra

A Menina das Galochas
Todos os dias, pelas ruas, todas as crianças andavam muito tristes por nunca terem visto o sol. Só tinham visto o sol na televisão e em revistas. Ouviram falar dele nas histórias que as suas avós lhes contavam.
Mas, havia uma rapariga que tinha sempre um sorriso, muito invejado, na cara. Mesmo, nos dias de chuva, ela estava muito contente, calçava as suas galochas e lá ia saltando de poça em poça. Mas, como via muita tristeza nas outras crianças, ela decidiu construir uma grande escada. Subiu até a uma nuvem e pintou o céu de várias cores.
As crianças adoram os novos cenários e houve tanta alegria no ar que as ruas ficaram cheias de felicidade.

Mara Resende e Daniel Pereira

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

O meu Mundo

Laranja! Sim laranja!
O meu mundo é laranja! Tem muitas flores às bolinhas brancas e pretas.
As casas têm as chaminés ao lado e falam, os rios são laranja…
Um dia, fui a um rio e encontrei um peixe que saltou da água muito alto. Quando caiu na água perguntou-me:
- Onde é que eu estou?
Eu respondi-lhe:
- Também não sei… ainda não me disseram o nome desta terra.
O peixe olhou para mim muito desconfiado e perguntou:
- Então quem pode dar-me o nome desta cidade?
- Não sei, mas vamos descobrir. Vou arranjar um balde com água e, amanhã de manhã, venho cá buscar-te.
No dia seguinte, lá fui eu com um balde de água. Ouvi a água a mexer-se, vi que era o peixe a andar de um lado para o outro. Quando me viu, deu um grande salto e veio parar ao balde. Pelo caminho, disse-lhe que seria uma viagem muito longa, mas ao dizer estas palavras reparei numa mudança.
Os rios eram laranja, as flores às bolinhas brancas e pretas, as casas tinham as chaminés ao lado e falavam.
Mas para meu espanto, estava tudo num ambiente muito triste. Resolvi perguntar a um senhor que estava ali perto:
- O que se passa com esta cidade?
- Não tem nome, a criança que eu previ ainda não chegou …
- Mas eu também sou criança! Respondi admirado.
O senhor com um ar muito misterioso disse-me:
- Segue-me!
Comecei a segui-lo até a um lago cor-de-laranja, no qual ele me disse que era um lago sagrado.
- Molha as mãos e pensa num nome para esta cidade, assim este mundo será teu. - Pediu-me o senhor muito ansioso.
Logo de seguida molhei as mãos, pensei num nome e escolhi Laranjónia.
A partir desse dia passei a ser o dono daquele mundo. Todos ficaram muito contentes.
Mais tarde, como por magia, o balde desapareceu e em seguida desapareci eu.
O peixe voltou para o seu lago e eu para a minha casa.
Daniel Pereira

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Monstric


Uma vez na escola, estava pensativo a imaginar o meu monstro. Teria dez olhos para ver tudo muito bem e para me proteger, teria um corpo longo e musculado para afastar os maus de mim, teria oito braços para mandar e afastar quem me quisesse fazer mal, teria seis pernas para fugir muito rápido...mas de repente a professora chamou-me e eu parei de pensar no meu monstro.
Quando cheguei a casa fui para o meu quarto fazer os trabalhos de casa. Abri o livro, vi uma luz muito luminosa, mas ao tentar perceber que luz era aquela, “glug”, esta engoliu-me.
Era um mundo muito diferente mas imaginem o que eu vi!
O meu monstro a fugir muito preocupado. Eu fui ao pé dele e perguntei-lhe:
- O que se passa?
O monstro a chorar respondeu-me:
- Não me completaram! Não me deram uma coisa muito especial! - e… desapareceu num instante.
Fui à procura dele, mas não o encontrei e adormeci. No dia seguinte, acordei num sítio diferente, parecia uma floresta grande, cheia de árvores e bichos… Encontrei um tronco de árvore e, em cima dele, estava alguns frutos e um copo de leite.
Fui buscar a comida e vi que dentro do tronco estava o meu monstro a tremer. Eu, com muita calma, fui lá dentro e perguntei-lhe:
- O que foi?
- Não tenho nome, nariz, boca e orelhas.
- Não te preocupes! Eu vou dar-te isso tudo!
-Como?
- Porque fui eu que te criei, mas em troca quero que me ajudes, a sair daqui.
- Está bem.”
O monstro levou-me até a um buraco e ao saltar para dentro desse buraco, caí mesmo em cima da minha cadeira da escola. Ninguém deu por isso.
Pus-me a imaginar outra vez, mas desta vez, o meu monstro teria dois narizes para conseguir cheirar melhor, três bocas para falar muito alto e para eu o ouvir e ainda quatro orelhas em cada lado para ouvir o que eu digo e por fim a parte mais importante dei-lhe um nome. O seu nome é Monstric.
E assim que acabei de dizer estas palavras, o relógio da sala de aula abriu-se e saiu de lá uma palavra: Obrigado!


Daniel Pereira

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Carta de um soldado Romano


Caros amigos:

Escrevo esta carta para vos dizer que chegámos à Hispânia.
Foi uma viagem muito longa e cansativa.
Ao contrário do que pensávamos, os Lusitanos não são adversários fáceis. São muito corajosos, astutos e inteligentes. Montam-nos emboscadas e armadilhas.
Estou a ver que a nossa estadia nestas terras irá ser longa.
Espero que esteja tudo bem com vocês.
Peço-vos que rezem aos Deuses.

O vosso amigo,

Daniel Pereira
(soldado romano)