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segunda-feira, 15 de junho de 2009
Palavras Cruzadas - Dadus
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Turma do 5º. A (08-09) - Escola E B 2 3 Profª. Diamantina Negrão
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15:02
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Área de Projecto
sexta-feira, 24 de abril de 2009
segunda-feira, 16 de março de 2009
My Family
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Turma do 5º. A (08-09) - Escola E B 2 3 Profª. Diamantina Negrão
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16:57
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Inglês
terça-feira, 10 de março de 2009
O meu País
Era uma vez, um país chamado Benlând.
A forma de governo é a monarquia cujo rei é o Ben.
O país situa-se entre o Pólo Sul e a Oceânia.
Benlând é uma ilha com muitas praias e é muito rica, a capital é Benntropycus, mas a cidade mais habitada e mais rica é Ferres.
O clima é um bocado confuso, no Verão é muito frio e às vezes cai neve, na Primavera, Outono e Inverno há sempre muito calor.
As línguas oficiais são o italiano, o francês, o jamaicano e o canadiano. A moeda oficial é o dólar australiano. O desporto oficial desse país é o Rugkeqey (rugby e hóquei juntos).
A roupa obrigatória dos habitantes é uns calções de praia e a t-shirt do S.L. Benfica.
O hino nacional é a música My Apocalypse dos Metallica.
A refeição tradicional do país é um sumo tropical, uma salada, esparguete e a sobremesa é um gelado.
A forma de governo é a monarquia cujo rei é o Ben.
O país situa-se entre o Pólo Sul e a Oceânia.
Benlând é uma ilha com muitas praias e é muito rica, a capital é Benntropycus, mas a cidade mais habitada e mais rica é Ferres.
O clima é um bocado confuso, no Verão é muito frio e às vezes cai neve, na Primavera, Outono e Inverno há sempre muito calor.
As línguas oficiais são o italiano, o francês, o jamaicano e o canadiano. A moeda oficial é o dólar australiano. O desporto oficial desse país é o Rugkeqey (rugby e hóquei juntos).
A roupa obrigatória dos habitantes é uns calções de praia e a t-shirt do S.L. Benfica.
O hino nacional é a música My Apocalypse dos Metallica.
A refeição tradicional do país é um sumo tropical, uma salada, esparguete e a sobremesa é um gelado.
Benjamin Ferreira
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Turma do 5º. A (08-09) - Escola E B 2 3 Profª. Diamantina Negrão
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16:44
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Aluno Benjamin
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
A História da Internet
A INTERNET nasceu mais ou menos sem querer. Começou a partir do ano 1969, eram os tempos da Guerra-fria. Os militares americanos precisavam de armazenar as informações necessárias para a disputa de poder entre as duas grandes super potências, a União Soviética e os Estados Unidos.Os meios de comunicação eram muito importantes, os Estados Unidos temiam a perda de informação e por isso foi criada a ARPANET pela ARPA ( Advanced Research Projects Agency), que funcionava através de um esquema de transmissão de dados em computadores. As informações eram divididas em pequenos pacotes que continham os dados, o endereço do destinatário e informações que permitiam a remontagem da mensagem original.
Foi a partir daí, que iniciou a internet, apesar dos Estados Unidos nem imaginarem que tinham dado o arranque para tão extraordinário meio de comunicação e informação.
Nos anos 70, com o fim da Guerra fria, os Estados Unidos deixaram que os pesquisadores que desenvolvessem estudos na área da defesa, fizessem parte da ARPANET e tiveram que formar dois grupos devido ao grande número de universidades integradas no projecto. Assim, foi formada a MILNET que tinha as localidades militares e a ARPANET as localidades não militares.
Em 1994, foi o primeiro lançamento do browser pela NCSA. (Centro Nacional de Aplicações de Supercomputação)

Na década de 80, foi criada a EUNET (European Unix Network), em 1982, a EARN (European Academic and Research Network), em 1983, e a NSFNET (Rede Académica American), que tinha o dever pela expansão das ligações das universidades internet, em 1986.
No fim do ano 1989 a internet já passava os 100 000 hosts (máquinas com a sua ligação directa à internet).
A internet em 1991 (Agosto) evoluiu mais um bocadinho, com as primeiras apresentações em HTML e http.
Em 1991, a Universidade de Lisboa estabeleceu a primeira ligação à Internet em Portugal.
E a internet foi evoluindo até aos dias de hoje sem nunca mais parar.
Benjamin Ferreira e Luís Cavaco
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Turma do 5º. A (08-09) - Escola E B 2 3 Profª. Diamantina Negrão
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TIC
A Menina Gotinha de Água
Um dia, a gota Iglo decidiu ir até à praia espreitar os meninos e as meninas.
Quando lá chegou, estava muito calor e começou a sentir-se muito leve, porque estava a evapoar-se para as nuvens. Ao chegar às nuvens, ela viu muitas gotinhas iguais a si própria. Parecia uma visita guiada pelo céu.
Entretanto, a gota Iglo estava a ficar com frio porque a nuvem estava a subir a montanha, e no cimo da montanha está frio. Então, começou a deixar cair-se juntamente com milhares de gotinhas de água, encaminhando-se para os rios. Ela sentia que estava a voltar para casa.
Mas, estavam lá uns ramos e galhos grandes a tapar a passagem para o mar e ela não queria ficar no rio a viver, por isso, chamou uns castores para roerem os troncos e desbloquearem a passagem do rio.
Quando lá chegou, estava muito calor e começou a sentir-se muito leve, porque estava a evapoar-se para as nuvens. Ao chegar às nuvens, ela viu muitas gotinhas iguais a si própria. Parecia uma visita guiada pelo céu.
Entretanto, a gota Iglo estava a ficar com frio porque a nuvem estava a subir a montanha, e no cimo da montanha está frio. Então, começou a deixar cair-se juntamente com milhares de gotinhas de água, encaminhando-se para os rios. Ela sentia que estava a voltar para casa.
Mas, estavam lá uns ramos e galhos grandes a tapar a passagem para o mar e ela não queria ficar no rio a viver, por isso, chamou uns castores para roerem os troncos e desbloquearem a passagem do rio.
A gota Iglo agradeçe
u aos castores pelo trabalho e pela simpatia. Os castores disseram-lhe que até tinha sido divertido e assim tinham feito novos amigos.
A Iglo continuou o seu caminho de volta ao oceano. Quando chegou, tinha muitas outras gotas à espera. Entusiasmada, contou-lhes a sua aventura. Elas, então, disseram-lhe que também já tinham visto tudo e que era uma viagem maravilhosa que todas queriam repetir. Conversaram, rebolaram na areia da praia, bateram contra as rochas, divertiram-se tanto que acabaram por ficar todas amigas.
A gota Iglo nessa noite sonhou com a sua longa viagem, com as suas novas amigas e sentiu-se muito feliz.
u aos castores pelo trabalho e pela simpatia. Os castores disseram-lhe que até tinha sido divertido e assim tinham feito novos amigos.A Iglo continuou o seu caminho de volta ao oceano. Quando chegou, tinha muitas outras gotas à espera. Entusiasmada, contou-lhes a sua aventura. Elas, então, disseram-lhe que também já tinham visto tudo e que era uma viagem maravilhosa que todas queriam repetir. Conversaram, rebolaram na areia da praia, bateram contra as rochas, divertiram-se tanto que acabaram por ficar todas amigas.
A gota Iglo nessa noite sonhou com a sua longa viagem, com as suas novas amigas e sentiu-se muito feliz.
Benjamin Ferreira
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Estudo Acompanhado,
LPO,
Plano Nacional de Leitura
Conversas do Céu e da Terra

“Menina das galochas”
Era uma vez, uma cidade que nunca tinha visto o Sol. Só o tinha visto em livros, revistas e na televisão.
Todos os dias, viam-se nuvens brancas e acinzentadas e chovia sempre à mesma hora.
Um dia, uma menina muito feliz calçou as galochas e pôs-se a saltar nas poças.
Com a sua imaginação pensou em pintar o céu com as várias cores das estações do ano, as nuvens de várias cores animadas e o Sol.
Por isso, construiu uma escada enorme e pôs-se a pintar. E assim, ficaram felizes graças à menina das galochas.
Benjamin Ferreira e José Marinho
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Aluno Ricardo,
LPO,
Plano Nacional de Leitura
Planeta Azul?

O Planeta Azul acordou um dia com muitas manchas vermelhas e ficou intrigado, porque não queria mudar de cor.
Resolveu ir ter com o Sol e perguntou-lhe o que se passava, porque também ele estava a mudar e a ficar muito poderoso. O Sol respondeu-lhe que era porque lhe abriram o caminho da camada de ozono, mas que não sabia o que se passava com o Planeta Azul, e respondeu-lhe para ele ir perguntar aos que destruíram a camada de ozono.
Então, foi ter com o vento para que este lhe dissesse o porquê de estar a ficar vermelho. Mas, o vento respondeu que estava tudo uma confusão com o degelo e o aquecimento da terra e que não lhe sabia responder, e para o Planeta Azul perguntar a alguém que andasse a destruir a terra.
O Planeta Azul foi perguntar aos mares e eles disseram-lhe para perguntar aos peixes. Então, foi perguntar aos peixes e eles também nada sabiam e queixaram-se de que os filhos estavam a morrer aos cardumes. Perguntou às aves do céu, às abelhas, a uma vaca, a uma ovelha, aos lobos e todos responderam da mesma maneira... «que os seus filhos estavam a morrer e que nada sabiam»
Foi quando já estava desanimado que encontrou um cão velho e triste e lhe perguntou se sabia porque tudo estava a mudar e ele a ficar vermelho. Como os cães são os melhores amigos do homem deviam saber. O cão habituado a ter um dono respondeu de maneira diferente e disse ao Planeta azul para perguntar ao Homem que era inteligente.
O Planeta Azul cheio de esperança foi à procura do Homem, e encontrou um bombeiro que lhe respondeu que a culpa devia de ser dos incêndios. Depois, o Homem do lixo disse-lhe que a culpa era dos esgotos e de quem suja os mares e os rios. O Planeta Azul, ainda descontente com a resposta, perguntou a uma cabeleireira que lhe disse que a culpa era dos aerossóis. Finalmente, um químico atribuiu a culpa aos produtos químicos.
O Planeta azul não quis ouvir mais nada e disse que não era possível que o Homem que era inteligente, estivesse a destruir-se a si próprio e resolveu fazer uma reunião para alertar os Homens. Perguntou-lhes se sabiam porque é que o vento estava rabugento, o sol violento e ele a ficar vermelho. Responderam-lhe que era da poluição. O Planeta Azul disse-lhes que eram os Homens que destruam o Planeta com a poluição.
Os Homens ficaram envergonhados e decidiram em conjunto acabar uma vez por todas, com os lixos nos rios e nos mares, os aerossóis, os incêndios, os produtos químicos e os esgotos. Senão, o Homem deixaria de ter um Planeta Azul para ficar com uma terra queimada, de cor vermelha, onde os animais e as plantas não poderiam crescer.
Os Homens comovidos desataram a chorar e dos olhos de cada um brotaram fontes de água límpida e cristalina e cresceram muitos rios que foram ter ao mar. A terra ficou com uma linda cor azul.
Resolveu ir ter com o Sol e perguntou-lhe o que se passava, porque também ele estava a mudar e a ficar muito poderoso. O Sol respondeu-lhe que era porque lhe abriram o caminho da camada de ozono, mas que não sabia o que se passava com o Planeta Azul, e respondeu-lhe para ele ir perguntar aos que destruíram a camada de ozono.
Então, foi ter com o vento para que este lhe dissesse o porquê de estar a ficar vermelho. Mas, o vento respondeu que estava tudo uma confusão com o degelo e o aquecimento da terra e que não lhe sabia responder, e para o Planeta Azul perguntar a alguém que andasse a destruir a terra.
O Planeta Azul foi perguntar aos mares e eles disseram-lhe para perguntar aos peixes. Então, foi perguntar aos peixes e eles também nada sabiam e queixaram-se de que os filhos estavam a morrer aos cardumes. Perguntou às aves do céu, às abelhas, a uma vaca, a uma ovelha, aos lobos e todos responderam da mesma maneira... «que os seus filhos estavam a morrer e que nada sabiam»
Foi quando já estava desanimado que encontrou um cão velho e triste e lhe perguntou se sabia porque tudo estava a mudar e ele a ficar vermelho. Como os cães são os melhores amigos do homem deviam saber. O cão habituado a ter um dono respondeu de maneira diferente e disse ao Planeta azul para perguntar ao Homem que era inteligente.
O Planeta Azul cheio de esperança foi à procura do Homem, e encontrou um bombeiro que lhe respondeu que a culpa devia de ser dos incêndios. Depois, o Homem do lixo disse-lhe que a culpa era dos esgotos e de quem suja os mares e os rios. O Planeta Azul, ainda descontente com a resposta, perguntou a uma cabeleireira que lhe disse que a culpa era dos aerossóis. Finalmente, um químico atribuiu a culpa aos produtos químicos.
O Planeta azul não quis ouvir mais nada e disse que não era possível que o Homem que era inteligente, estivesse a destruir-se a si próprio e resolveu fazer uma reunião para alertar os Homens. Perguntou-lhes se sabiam porque é que o vento estava rabugento, o sol violento e ele a ficar vermelho. Responderam-lhe que era da poluição. O Planeta Azul disse-lhes que eram os Homens que destruam o Planeta com a poluição.
Os Homens ficaram envergonhados e decidiram em conjunto acabar uma vez por todas, com os lixos nos rios e nos mares, os aerossóis, os incêndios, os produtos químicos e os esgotos. Senão, o Homem deixaria de ter um Planeta Azul para ficar com uma terra queimada, de cor vermelha, onde os animais e as plantas não poderiam crescer.
Os Homens comovidos desataram a chorar e dos olhos de cada um brotaram fontes de água límpida e cristalina e cresceram muitos rios que foram ter ao mar. A terra ficou com uma linda cor azul.
Benjamin Ferreira e Ricardo Marinho
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Aluno Ricardo,
Estudo Acompanhado,
LPO,
Plano Nacional de Leitura
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Azulejo árabe
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Aluno Benjamin,
História e Geografia Portugal
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Where are you from?
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sábado, 20 de dezembro de 2008
Carta de um soldado romano
Caros amigos,
Estou na Península Ibérica com os meus colegas legionários. Os Lusitanos deram muita luta, mas nós derrotamo-los virando os companheiros de Viriato contra ele, que assim o mataram enquanto dormia.
Eles eram excelentes a armar emboscadas e armadilhas. Tinham escudos, eram pequenos, a parte interior era conchada. Armavam-se com grandes facas. Os capacetes quase sempre eram de couro.
Estou na Península Ibérica com os meus colegas legionários. Os Lusitanos deram muita luta, mas nós derrotamo-los virando os companheiros de Viriato contra ele, que assim o mataram enquanto dormia.
Eles eram excelentes a armar emboscadas e armadilhas. Tinham escudos, eram pequenos, a parte interior era conchada. Armavam-se com grandes facas. Os capacetes quase sempre eram de couro.

Os Lusitanos têm cabelos longos e com volume, como as mulheres.
Conseguimos aumentar o comércio marítimo e conquistar várias riquezas, assim como, o seu solo e subsolo, terras férteis, ouro, prata, ferro e poder para o nosso Império.
Foi uma grande conquista! Assim, espero que contem as boas novas a toda a Roma.
Cumprimentos,
O Legionário Romano
Benjamin Ferreira
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Turma do 5º. A (08-09) - Escola E B 2 3 Profª. Diamantina Negrão
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História e Geografia Portugal
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