segunda-feira, 16 de março de 2009

Mărţişor

Mărţişor é uma pequena peça de adorno típica da Moldávia, Roménia e Bulgária, no formato de pompom feita com fios vermelhos e brancos. São oferecidas aos amigos e familiares antes da chegada da primavera.

As Mărţişor servem para afastar os males que vêm com o Inverno. A cor branca significa a neve que se vai, e o vermelho representa o sol que está a chegar.

No dia 1 de Março as pessoas amarram as Mărţişor que ganharam no pulso, como pulseiras, ou prendem-nas com alfinetes à roupa, normalmente perto da gola da blusa ou próxima ao peito.

A ideia é que a Mărţişor, quando usada, acalme os ânimos de Baba Marta. Ela é uma senhora muito temperamental, que muda constantemente de humor. A ideia é deixá-la feliz, fazendo com que ela leve embora o Inverno, e permita que a primavera chegue, trazendo saúde, felicidade, prosperidade e fertilidade.

A Mărţişor só deve ser retirada quando a pessoa que a usa avistar a primeira cegonha da nova estação. Depois de retirada do pulso ou da roupa, a Mărţişor é amarrada a um ramo de árvore, para que ela proporcione à planta a mesma saúde e sorte que proporcionou à pessoa que a usou.
Cristina Bordei

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terça-feira, 10 de março de 2009

Um dia na minha vida

Hoje, domingo, dia 22 de Fevereiro, é mais um dia da minha vida.
Acordei por volta das 9:30h. Depois de lavar a cara e os dentes, fui ver televisão. Tomei o pequeno-almoço com os meus pais e fui brincar para a rua. Estava um dia de sol e não havia vento.
Joguei à bola, fui para o campo com a minha galinha-da-índia que se chama Zypsy. Ela gosta muito de comer insectos que eu apanho e que lhe dou na minha mão. Também brinquei com o meu cão, o Niko, de raça Epagneul Breton, muito meigo e brincalhão.
Perto da hora do almoço, fui ajudar a minha mãe a grelhar o peixe.
Após almoçar, preparei o saco do basquete para o jogo, às 15:00h, na Escola Secundária de Albufeira (ESA). A minha equipa é o C.B.A. O resultado foi bom, ganhamos 74 a 16.
Terminado o jogo, tomei duche e segui para a missa, às 17.30h, nos Olhos de Água, com a minha mãe. Depois da missa, fui visitar a minha avó, bisavó, tios e primos.
Costumo visitá-los todos os domingos à tarde, brinquei com os meus primos André e Carolina.
Enquanto os meus pais preparavam o jantar, eu vi televisão.
A seguir do jantar, fiz a higiene e fui para o meu quarto. Um dia muito ocupado, mas bem passado.

A Árvore das Sete Cores

Era uma vez, uma árvore com sete cores: vermelho, verde, laranja, azul, rosa, roxo e castanho.
A árvore chamava-se Violeta e era muito velha, tinha oitenta e sete anos.
A árvore era muito gira. Era a mais bonita do mundo.
As outras árvores queriam ser iguais à Violeta.
Um dia, a Violeta disse-lhes:
- Se querem ser como eu, devem pintar-se das cores que gostarem.
As árvores agradeceram-lhe:
- Muito obrigada. Da próxima vez, quando viermos visitar-te, vamos estar coloridas como tu.
Nós vamos ser as mais bonitas do mundo e quando os homens olharem para nós irão querer um mundo igual a nós, ou seja, um mundo colorido.
Cristina Bordei

O meu País

Era uma vez, um país chamado Benlând.
A forma de governo é a monarquia cujo rei é o Ben.
O país situa-se entre o Pólo Sul e a Oceânia.
Benlând é uma ilha com muitas praias e é muito rica, a capital é Benntropycus, mas a cidade mais habitada e mais rica é Ferres.
O clima é um bocado confuso, no Verão é muito frio e às vezes cai neve, na Primavera, Outono e Inverno há sempre muito calor.
As línguas oficiais são o italiano, o francês, o jamaicano e o canadiano. A moeda oficial é o dólar australiano. O desporto oficial desse país é o Rugkeqey (rugby e hóquei juntos).
A roupa obrigatória dos habitantes é uns calções de praia e a t-shirt do S.L. Benfica.
O hino nacional é a música My Apocalypse dos Metallica.
A refeição tradicional do país é um sumo tropical, uma salada, esparguete e a sobremesa é um gelado.

Benjamin Ferreira

O Papagaio e o Cão

Era uma vez, um papagaio chamado Chico, ele era verde com o bico preto mas os seus olhos eram encarnados.
Um dia, o Chico foi brincar para o jardim porque estava um dia maravilhoso.
Então, o Chico encontrou um cão que parecia estar abandonado. E ele perguntou:
- Como te chamas?
- Chamo-me Farrusco e tu? – disse o cão.
- Chamo-me Chico! - disse o papagaio.
O Chico voltou a perguntar.
- Estás abandonado?
- Sim. O meu dono não gosta de mim e por isso pôs-me na rua, à chuva e ao vento. – disse o Farrusco.
- Queres ser meu amigo? – Perguntou o Chico!
- Sim quero muito ser teu amigo. – disse o Farrusco.
- Então vamos passear.
E lá foram os dois contentes pelo o jardim fora, porque eles são verdadeiros amigos.
E gostam muito um do outro.

Mara Resende

UMA MISSÃO PELA LIBERDADE

Certo dia, um rato chamado Jerry fugiu do Jardim Zoológico por um buraco.
O Sr. Joaquim, o dono do Zoo ficou irritado por perder um animal, mas como tinha mais não se importou.
Os outros animais do Zoo ficaram chateados ao ver o rato a rir à frente deles, e o elefante perguntou:
- Como conseguiste fugir?
- Vi um buraco do tamanho da tua pata e fugi. He! He! - disse o rato.
- Não tem piada Jerry. Podes rir-te, mas nós estamos presos aqui neste Zoo. - disse a Águia.
- Tens razão, mas eu estou aqui para gozar a minha liberdade e não vejo maneira de vos ajudar.
- Pois, nem eu. Alguém conhece uma maneira de conseguirmos sair daqui? - disse o urso.
- Não! - Disseram todos em conjunto.
Ficou um silêncio enorme. Ninguém sabia o que fazer, pois seria difícil os animais grandes saírem do Zoo sem o Sr. Joaquim ver.
Passado algum tempo, o rato disse:
-Já sei! E se eu tentar entrar na sala da administração e roubar as chaves das portas todas? O que acham?
- Parece-me bem, vai lá e tenta! - disse o veado.
O rato entrou na sala da administração e roubou as chaves. Logo de seguida foi a correr ter com os seus amigos. Abriu as portas e disse:
- Agora que já estão soltos, para onde vão?
- Eu vou voar até encontrar um sítio com grandes rochedos e árvores. - disse a águia.
- Eu vou correr até encontrar uma caverna. - disse o urso.
- Eu vou andar até encontrar um sítio cheio de árvores enormes. - disse a girafa.
- Bem, mas se calhar isso fica muito longe. Porque não vamos todos juntos até ao cais de embarque, escondemo-nos dentro de um navio que vá para África e então poderemos desembarcar no continente onde temos muito espaço para viver em liberdade. - disse o gorila.
Seguiram a sugestão do gorila e, de noite, puseram-se a caminho do cais. Conseguiram esconder-se num navio e chegar ao seu habitat natural.
Afinal, os seres mais pequenos também conseguem fazer tudo o que os maiores fazem! Não interessa tamanho ou sabedoria, às vezes basta ser esperto e a união faz a força, unidos vencemos tudo.
Tiago Jesus

Semana da Leitura: "Auto da barca do castigo" de Cristiana Resina e Sara Rodrigues


segunda-feira, 9 de março de 2009

O meu cão

O meu cão chama-se «Strauss» e tem 5 meses de idade. Ele é o meu primeiro cão e o meu melhor amigo.
A raça dele é um Cocker Spaniel. É muito brincalhão, é dourado, teimoso e cheio de energia.
Eu, os meus pais e avós fomos buscá-lo, quando tinha 2 meses, a Salvaterra de Magos. Quando, saiu do canil ele cheirava muito mal. Ele não podia olhar para o sol, quando isso acontecia começava logo a chorar, pois tinha a vista um pouco inflamada.
A caminho de Albufeira, ainda parei em casa da minha bisavó e o Strauss fartou-se de beber água, pois a viagem foi muito longa.
Na sua nova casa tudo era estranho para ele. Não sabia para onde ir e o que fazer.
Passado algum tempo começou logo a explorar o seu novo habitat. E aos poucos foi-se adaptando à sua nova casa.
No dia seguinte, fomos ao veterinário, pois já estava na hora de levar a sua segunda vacina. A veterinária alertou-nos para as várias vacinas para prevenir as doenças que normalmente atacam os cães. Ficamos a saber a melhor maneira de o meu cachorrinho ter uma vida saudável.
Eu adoro-o!!!

Luís Cavaco

terça-feira, 3 de março de 2009

Semana da Leitura 2009 - Encontro com a escritora Rita Sobral

Conversas do Céu e da Terra


A Menina das Galochas


Era uma vez, uma terra onde o Sol não aparecia há muito tempo. Todos os dias chovia sempre à mesma hora e o céu estava sempre cheio de nuvens cinzentas e brancas. As crianças perguntavam aos avós e pessoas de idade como era o Sol, porque só o conheciam através do que viam em revistas, livros de histórias e até na televisão.
As pessoas estavam sempre tristes, mas havia uma menina que estava sempre alegre e todos tinham inveja dessa alegria. Todos os dias, calçava as galochas e chapinhava de poça em poça. Essa menina era conhecida por “A menina das Galochas”.
Um dia, a menina das galochas construiu uma escada que ia até às nuvens. Lá, pintou o céu e as nuvens de cores coloridas fazendo vários cenários, com o sol brilhante, nuvens brancas, um céu cheio de estrelas e de luz. Pintou também todas as estações do ano.
E assim, a alegria voltou à Terra. Todos estavam felizes, as crianças brincavam e os adultos festejavam!
Tiago Jesus